Fla redime geração inteira, espanta fantasma e sonha com história pós-Zico

Zico levanta a Libertadores de 81, a única do clube em toda a história

O empate por 1 a 1 do Flamengo contra o Internacional e a consequente vaga para a semifinal da Libertadores significaram uma espécie de libertação de toda uma geração de rubro-negros. Como o clube não chegava até esta fase desde 1984, quando não avançou em um grupo formado por Grêmio e ULA (VEN) (a competição era disputada em outro formato), um fantasma começa a ser espantado entre os rubro-negros.

Para se ter ideia, nenhum jogador do atual time era sequer nascido na última vez que o time chegou tão perto de uma final do torneio continental. Nestes últimos 35 anos, as tentativas de chegar ao bicampeonato da América do Sul foram sempre frustradas, e muitas delas marcadas por requintes de crueldades com a torcida, que foi alvo de todo tipo de gozação durante todo este tempo. Para ilustrar as dificuldades do Fla no torneio, foram quatro quedas na fase de grupos (2002, 2012, 2014 e 2017). A seca é tão extensa que nenhum dos jogadores do atual elenco tinha sequer nascido desde a última semi.

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