Justiça do Paraguai liberta Ronaldinho Gaúcho após quase seis meses

O juiz Gustavo Amarilla Arnica decidiu livrar o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e o seu irmão, Roberto de Assis, da prisão domiciliar. Em audiência nesta segunda-feira, dia 24, o magistrado atendeu a um pedido da promotoria paraguaia para suspender o processo com a condição de que fosse paga uma multa de 200.000 dólares.

Presentes no julgamento, Ronaldinho e o irmão aceitaram os termos do acordo apresentado pela Ministério Público, conforme era esperado. À Justiça, eles informaram que vão fixar domicílio no Rio de Janeiro – lá, eles terão que prestar contas às autoridades a cada quatro meses.

Eles são acusados de uso de passaporte falso e estão presos no Paraguai há cinco meses e 20 dias – passaram um mês num presidio de segurança máxima e o resto do tempo em regime domiciliar em um hotel de luxo, em Assunção.


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