RN cria 7,4 mil novos empregos em agosto e tem melhor saldo desde o início da pandemia, aponta Caged

Agricultura foi um dos setores que mais criaram vagas de trabalho em agosto (Arquivo) — Foto: Anderson Barbosa/G1

A economia do Rio Grande do Norte registrou criação de 7.473 empregos formais em agosto de 2021, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

O número é a diferença entre as novas contratações (19.127) e das demissões (11.654) registradas ao longo do mês no estado. Ao longo do ano, o saldo positivo é de 23.957 empregos gerados.

Rio Grande do Norte teve o maior saldo de empregos dos últimos dois anos em agosto — Foto: Caged

O saldo positivo é o mais alto dentro da série iniciada em janeiro de 2020 e 26,5% maior que o saldo registrado em agosto de 2020, quando foram criadas 5.904 vagas no estado.

Até então, agosto de 2020 tinha sido o mês com melhor saldo no estado, desde o início da pandemia. Desde maio deste ano, o estado vem apresentando saldos positivos mês a mês.

Os setores que mais contrataram pessoas no mês passado foram a indústria e a agropecuária, mas todos as áreas da economia tiveram saldo positivo na criação de postos de trabalho.

Saldo de empregos por setor

Indústria - 2.590

Agropecuária - 2.424

Comércio - 1.182

Serviços - 720

Construção - 557

Apesar de ter o segundo maior saldo de vagas de trabalho criadas, a agricultura teve a maior variação no saldo geral de empregos, que chegou a 14,77%. Começa justamente neste período do ano a safra da fruticultura e o estado é um dos maiores exportadores de frutas frescas, como melão, do país.

Apesar disso, os maiores estoques de emprego continuam com os serviços, que empregam mais de 211 mil potiguares, e o comércio, que tem mais de 122 mil pessoas contratadas. Ao todo, o estado tem 456 mil pessoas com carteira de trabalho assinada.

Do total de 7.473 novos empregos em agosto, quase 5,7 mil vagas foram ocupadas por homens. Mais de 3,4 mil entre os novos empregados têm o Ensino Médio completo e 3,7 mil tem o ensino básico incompleto. A faixa etária com maior número de contratados é a de jovens entre 18 e 24 anos.


Com conteúdo G1RN

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